Aquela estrela o nosso idílio aquela Estrela meiga, esplendorosa e pura, Não mostra a mesma luz serena e bela, Chora e suspira na celeste altura.. Ponho os meus olhos tristemente nela e interrogo qual seja a desventura, Que martirisa o coração daquela Estrela meiga, esplendorosa e pura. Talvez seja porque, quando eu partia A minha Amada prometido havia, Como eu também, fital-a com ternura. Certo esqueceu-se do que disse outr'ora... Por isso a estrela, assim, suspira e chora, Chora e suspira na celeste altura!...
(Alcides Pinto Brandão 1888-1907)
23:49 - 12/12/2008
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